corpos II
a noite abre os olhos e do seu centro sobe um nome feito de neblina as paredes respiram devagar a terra chama a terra a luz chama a luz o corpo desce ao centro do silêncio e espera mãos traçam círculos no ar como quem acorda uma memória antiga nome após nome ergue‑se do pó num murmúrio lento e cada gesto é uma oferenda cada ...